área de atuação
Distúrbios de Hipovitaminoses
Hipovitaminoses são deficiências de vitaminas que afetam corpo e mente. Nem sempre a falta é óbvia.
Como funciona?
Às vezes vem como cansaço persistente, queda de cabelo, dificuldades de concentração ou alterações de humor.
Tratar é mais do que repor um nutriente: é entender rotinas, alimentação, sono e medicamentos que influenciam a absorção e o uso dessas vitaminas pelo organismo.
O que são e por que importam
Vitaminas são co-fatores importantíssimos: ajudam na produção de energia, na defesa imunológica, na saúde do cérebro e dos ossos.
Quando faltam (B12, D, folato, entre outras) o impacto pode ser discreto no começo e progressivo depois. Em longo prazo, hipovitaminoses mal tratadas podem reduzir qualidade de vida, favorecer doenças metabólicas ou agravar transtornos do humor.
Como eu avalio
Começo pela escuta: sua história, padrões alimentares, sintomas e medicações. Muitos fatores influenciam níveis vitamínicos, como:
Dietas restritivas
Cirurgias bariátricas
Problemas gastrointestinais que prejudicam absorção
Uso crônico de certos remédios
Consumo excessivo de álcool
Envelhecimento
Peço exames laboratoriais direcionados quando necessário. Esses exames ajudam a escolher intervenções seguras e com bons resultados.
Intervenção prática e baseada em hábitos
O tratamento une três frentes: ajuste alimentar realista, orientações de estilo de vida e, quando indicado, suplementação orientada. Não trabalho com receitas radicais. Prefiro mudanças possíveis: incluir fontes naturais das vitaminas, reorganizar horários das refeições para melhorar absorção, cuidar do sono e reduzir fatores que aumentam a demanda de certos nutrientes.
A suplementação só é prescrita quando há indicação médica clara e com dose monitorada. Afinal, evitar automedicação previne o excesso (hipervitaminose).
Integração multidisciplinar
Quando útil, trabalho em conjunto com nutricionistas, gastroenterologistas e outros especialistas. A comunicação entre profissionais evita prescrições redundantes e promove um plano coerente. Em casos crônicos, o objetivo é aumentar sua autonomia: saber quais alimentos priorizar, como interpretar sinais do corpo e quando repetir exames.
O que você pode esperar
Na primeira consulta você terá um diagnóstico claro do que merece atenção. Receberá um plano prático para as próximas semanas: mudanças alimentares simples, orientações sobre horários e preparação de refeições, e, se preciso, suplementação com monitoramento.
Em retornos, avaliamos resposta, ajustamos doses e celebramos progressos, como mais energia, sono melhor, pele e cabelo mais saudáveis e, frequentemente, melhora no humor e na cognição.
Para quem é indicado
Pessoas com fadiga persistente, perda de apetite, queda de cabelo, alterações neurológicas discretas (formigamento, fraqueza), alteração do estado de humor ou para quem segue dietas restritivas sem acompanhamento. Também indicado para quem passou por cirurgia bariátrica ou tem doenças gastrointestinais que comprometem absorção.